O número de atendimentos realizados pela Ouvidoria
do Poder Judiciário Estadual vem crescendo
a cada trimestre. Nos meses de abril, maio e junho,
foram realizados 752 atendimentos, contra 498 nos
primeiros três meses de 2011. Conforme a diretora
da Ouvidoria, Karine Moraes Giacomeli de Lima, o aumento
demonstra que a população está
conhecendo mais o trabalho realizado pela Ouvidoria.
Revela ainda que quem utiliza o serviço pela
primeira vez recebe retorno e então procura
outras vezes, pelos mais variados motivos.
A Ouvidoria recebe sugestões, pedidos de informações,
denúncias, reclamações e elogios
sobre todos os serviços prestados pelo Poder
Judiciário Estadual. A cada três meses,
um relatório contendo todas as demandas é
entregue ao presidente do Tribunal de Justiça,
desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, e ao
corregedor-geral da Justiça, desembargador
Márcio Vidal. O objetivo é que, baseados
no relatório, eles desenvolvam ações
para solucionar os problemas ou dificuldades apontadas
na prestação jurisdicional.
Desde o dia 8 de julho, a Ouvidoria do Poder Judiciário
Estadual está funcionando no térreo
do prédio sede do Tribunal de Justiça.
A mudança refletiu em uma aproximação
com as pessoas que utilizam o servido do Judiciário
Estadual, já que no antigo endereço,
no anexo administrativo Desembargador António
de Arruda, a principal circulação é
de servidores e prestadores de serviços.
Embora ofereça atendimento pessoal, a maior
parte das demandas chega por e-mail. Para encaminhar,
basta acessar o site www.tj.mt.gov.br e clicar no
link Ouvidoria. O cidadão precisa preencher
um formulário, com o nome, CPF, e-mail, entre
outras solicitações. A Ouvidoria garante
o sigilo da informação, mas não
aceita denúncia anônima. Outra forma
de atendimento é por telefone, pelo 0800-6471420.
O atendimento é das 12 às 19 horas.
A diretora da Ouvidoria, Karine Moraes Giacomeli
de Lima, garante que toda reclamação
ou pedido de informação é atendido
e o reclamante recebe a resposta por e-mail. “Essa
é uma forma do cidadão participar da
gestão pública. Ninguém melhor
do que o usuário para dizer o que está
funcionando ou não”, destaca a diretora.